Archive for Agosto 4th, 2007

Ago
04

a barriga de 33 semanas

Posted by mae.eu under 33 semanas, foto, gravidez
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Ora cá está a foto da barriga com 33 semanas :) Já achei o cabo da máquina eheheh.

33 semanas de barriga

 Esta foto foi tirada na semana passada na praia! Barriguinha ao sol!!

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Ago
04

foto

Posted by mae.eu under 34 semanas, gravidez
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Ainda não coloquei aqui a actualização da foto da barriguinha (gona) porque não sei onde está o cabo da máquina fotográfica! Mas eu acho eheheeh

Só posso dizer que está grande… enorme… imensa….

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A 5ª aula foi prática. Estivemos a treinar respiração de relaxamento, e verificar o que não devemos fazer, e como evitar fazer força antes do tempo.

Começamos por simular contracções com o músculo do braço que é um músculo voluntário, ao contrário do do útero que não conseguimos controlar. Assim, quando fazemos força com o braço estamos a contraí-lo do mesmo modo que o útero se contrai. Quando temos uma contracção, o útero “empina-se” e dá uma sensação de pressão.

Não devemos fazer: ficar contraídas com a dor – é claro que é mais fácil falar que fazer… Mas a ideia da contracção é empurrar o bebé e ajudar o colo a dilatar, se nós nos contraímos, como mecanismo de defesa do corpo essa tarefa vai ser mais longa. Por isso devemos fazer a respiração de relaxamento – inspirar pelo nariz e expirar pela boca durante toda a contracção. E tentar ficar “fora do mundo”, absortas no momento. Tentar sentir para além da dor, imaginar o bebé lá dentro a sair. Pensar no objectivo e não no meio para o atingir.

Estivemos também a ver como se faz a respiração durante o período expulsivo: inspirar, prender a respiração e fazer força abdominal. Caso se perca o fôlego, expirar e voltar a inspirar rapidamente e continuar a fazer força, isto durante toda a contracção, para que ela seja o mais eficaz possível. Esta é a manobra de Valsava que ajuda a empurrar o útero para baixo.

Quando se está em período expulsivo, a sentir vontade de fazer força mais o colo ainda não estiver completamente dilatado, fazer força pode criar edema, e provocar recuo no TP – diminuir a dilatação. Então há que controlar a vontade de puxar – inspirando e soprando rapidamente, como que aos golinhos, no pico da contracção, isto para aliviar a pressão do diafragma sobre o útero.

Para a semana há mais!!

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As aulas de preparação para o parto estiveram de férias! Regressámos esta semana e o tema abordado foi: o Trabalho de parto e o Parto Fisiológico – hospitalar. Aproveito e transcrevo um artigo que explica exactamente o que foi falado na aula.

Um trabalho de parto fisiológico é aquele que tem início naturalmente. O parto depende tanto da secreção de ocitocina quanto da produção das prostaglandinas, porque sem estas, não haverá a adequada dilatação do colo do útero e consequentemente, o parto não irá progredir normalmente. Não são bem conhecidos os factores desencadeantes do trabalho de parto, mas sabe-se que, quando o hipotálamo do feto alcança certo grau de maturação, estimula a hipófise fetal a liberar ACTH. Agindo sobre a adrenal do feto, essa hormona aumenta a secreção de cortisol e outras hormonas, que estimulam a placenta a secretar prostaglandinas. Estas promovem contracções da musculatura lisa do útero. Ainda não se sabe o que impede o parto prematuro, uma vez que nas fases finais da gravidez, há uma elevação do nível de ocitocina e de seus receptores, o que poderia ocasionar o início do trabalho de parto, antes do fim total da gravidez. Existem possíveis factores inibidores do trabalho de parto, como a proporção estrogênio/progesterona e o nível de relaxina, hormona produzida pelo corpo lúteo do ovário e pela placenta.

Primeira fase: dilatação

É o estágio de dilatação do colo. Começa assim que as contracções começam a regularizar-se e termina com a dilatação completa.
A dilatação do colo inicia-se lentamente, é expressa em centímetros, pelo toque, cada dedo equivalendo de 1,5 a 2 cm. No início é de 2 cm e no fim, atinge 10 cm. O processo de dilatação pode ser bem demorado e levar entre 5 e 9 horas. Nessa fase, as contracções Colo do úteroduram em média 30 ou 40 segundos, com o intervalo entre as contracções diminuindo para 5 minutos. Essas contracções ainda são leves. Algumas mulheres comparam com contracções já sentidas durante o período menstruColo do úteroal. As contracções são sentidas na parte baixa das costas passando para frente, abaixo do abdómen. Nesse momento, as emoções da mulher podem se misturar e ela se dividir entre felicidade por saber que o fim da gravidez está perto e que logo o bebê vai estar em seus braços. Ou também, ela pode estar apreensiva e chorar de medo, principalmente se for a primeira gravidez. As contracções vão se tornando mais intensas e o colo vai se dilatando com um pouco mais de velocidade. Agora o intervalo vai diminuindo para três minutos, e as contracções duram em média 60 segundos e podem doer já bastante.

É aconselhável que a mulher ande, para ajudar à dilatação – a força da gravidade e o peso do bebé são grandes aliados nesta altura. Por isso mesmo a enfermeira aconselhou a que só devemos ir para o hospital quando as contracções estão menos espaçadas – de 5 em 5 minutos – porque se vamos mais cedo, vão-nos prender à cama…

A epidural é aplicada normalmente a partir dos 3cm de dilatação.

Segunda fase: expulsão

O estágio da expulsão começa com a dilatação completa do colo do útero (10cm) e a mulher começará a sentir uma vontade involuntária de fazer força. As contracções são muito intensas e dolorosas e duram entre 60 e 90 segundos. Chegando ao final, a mulher poderá sentir conforme o bebê vai aproximando-se da saída e ela poderá sentir uma espécie de queimação durante a coroação (quando a cabeça do bebê atinge a vulva) e uma dor intensa com a saída do bebê.
Mas essa dor leva questão de segundos e o fim desse estágio vem com o alívio e felicidade em ver o bebé.

É claro que quem estiver sob o efeito da epidural não sentirá estas sensações.

Fases do parto

Terceira fase: dequitação

O período de dequitação é o período mais curto. É o período de desprendimento e descida da placenta à custa de algumas contracções uterinas. Em raras ocasiões é necessária a intervenção médica para ajudar a placenta a descer ou para verificar internamente, com a mão se não sobraram pedaços de placenta que poderão dar origem a infecções. A descida da placenta ocorre cerca de 0 minutos após a expulsão. Dar de mamar logo a seguir ao nascimento ajuda na descida da placenta pois pois estimula as contracções que ajudam a placenta a sair e o útero a voltar ao normal.

Fonte: http://www.e-familynet.com/pages.php/PT/000/estagios.htm
http://www.afh.bio.br/reprod/reprod4.asp

Para uma próxima aula falaremos de parto induzido e com certeza das intervenções realizadas durante um trabalho de parto hospitalar.

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